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Uma aluna de graduação do curso de Secretariado Executivo da Fajesu fez a diferença ao criticar (com fundamentação!) os e-mails "eleitorais" que circulam nestes tempos.

Aprender e ensinar uma nova língua não é um empreendimento simples e fácil. O processo é afetado por fatores internos e externos ao aprendiz.

O tema do Congresso da SIPLE de 2010 (6, 7 e 8 de outubro na UnB) evoluiu gradualmente para se estabelecer no seu componente mais original que é o das Especialidades Emergentes de PLE no Brasil e no Mundo.

Como conseqüência da relação de poder que há entre professor e alunos e das representação do professor como detentor de conhecimento absoluto e inquestionável, por algum tempo as pesquisas, que buscavam organizar um corpo de conhecimento que explicasse e pudesse trazer contribuições para a aprendizagem, foram direcionadas mais para a descrição e compreensão do papel do professor do que para a do aprendiz/adquiridorde línguas, como se afirmasse uma relação lógica simples e direta em que todo ensino gera como produto final uma aprendizagem equivalente.

O seu aluno desempenha na língua-alvo que “estudou” com V.? Se sim, ele ou ela aprendeu na sua instituição mesmo? Ou foram outras fontes e condições? Quais foram elas?

Professor Dr. Marcos Cesar PolifemiO Instituto de idiomas Yázigi tem uma forte história com a Linguística Aplicada do Brasil e, devido a isso, desde 1966 há no curso um Centro de Linguística Aplicada – o CLA. Confira a entrevista feita com o Diretor desse centro: o prof. Dr. Marcos César Polifemi.

O processo de aquisição de uma nova língua permite investigar como nossos aprendizes (sejam eles crianças, jovens ou adultos) desenvolvem sua competência comunicacional. Quando essa competência comunicativa é percebida, pode-se dizer que a aquisição está ocorrendo.

Aprender uma língua é, basicamente, uma das tarefas iniciais de vida de qualquer ser humano. Desde nossa formação no útero materno estamos em contato com sons das mais diversas fontes; nascemos e crescemos em contato com língua(s) e, por volta dos dois anos de idade, já somos capazes de fazer uso de pelo menos um sistema linguístico para nos comunicarmos.

alt¿Mis clases? ¿Cómo las conduzco? Hace casi treinta minutos que estoy aquí sentada en mi escritorio, delante de una hoja blanca y un bolígrafo azul, miro por la ventana de mi dormitorio y veo a mis alumnos, el aula, la escuela, los alumnos de nuevo, el ambiente, sus actitudes, yo... nosotros, mis clases. Pienso: mi aula es una gran colmena. Sí, es esto, una gran colmena. Hay muchas abejas... hay grandes, medias, pequeñas; hay la reina, las obreras y los zánganos.

altAbram-se os portões! De um lado um ser dotado de conhecimentos inquestionáveis e de autoridade inquebrantável. Todo o seu poder centrado numa única arma de defesa, arma essa suficiente para estremecer o seu oponente por completo.

altEnsinar Língua Estrangeira, o Inglês sobretudo nas escolas regulares é um desafio sem trégua. São várias as dificuldades encontradas: salas numerosas, falta de interesse - e de motivação para aprender - por parte dos alunos, escassez de material de apoio ( televisão, vídeo, tocador de cd), pouco domínio das habilidades orais por parte da maioria dos professores etc.

altNo novo século que se inicia, percebemos que o ensino de língua estrangeira vem se modificando e hoje busca fazer com que os estudantes participem ativa e criticamente de um mundo no que diz respeito ao acesso à informação. Entretanto, para se chegar a ao que consideramos o ideal, muita coisa ainda terá de ser feita.

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