Em 1993, o linguista britânico, Michael Lewis, colocou a prova todos os conceitos tradicionais do ensino de língua inglesa e apresentou o “The Lexical Approach: the state of ELT and a way forward”. Mas o que é esse Lexical Approach?
Maurício Ricardo, chargista (charges.com.br), falou sobre a linguagem dessa nova geração, as novas mídias e a importância de ser professor conhecedor e autor de conteúdos mais interessantes pra deixar de lado o estigma social de “pedabobos”. Show demais! #assista
Kalita dos Santos, graduanda em Letras (UNIDESC), fez uma resenha do texto de José Carlos Souza Araújo “Disposição da Aula: Os sujeitos entre a técnica e a polis”, no qual expõe com minúcias os elementos que compõem uma aula, destacando-a como primordial ao ensino formal.
Desde que Krashen (1985) propôs a famosa distinção entre aquisição de L2 e aprendizagem, parece haver concordância entre alguns autores, embora outros discordem (isso é assunto para outra oportunidade)
Lambda, lambda, lambda! A Sala teve um bate-papo bom com o Deive Pazos, o Azagal, podcaster do Nerdcast, sobre o uso do Nerdcast em sala de aula, internet + educação e como o professor pode se apropriar (ou não!) dessa linguagem wébica.
Lindsay Clanfield, professor de língua inglesa e autor de livro didático, define o que é M-learning (aprendizagem nas tecnologias móveis) e expõe os prós e os contras desse tipo de aprendizagem de línguas. Vale muito o click!
Luciano Lemos, gerente de Soluções para Educação e Inclusão Digital do CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), explica como o CPqD pensa ao desenvolver softwares para Educação, além de falar do projeto vídeo ideias. Super dicas!
Dentro do contexto de ensino e aprendizagem de línguas temos duas importantes abordagens: a abordagem gramatical e a abordagem comunicativista. Mesmo sendo a abordagem gramatical a mais antiga e potente abordagem
O prof. Hélvio de Oliveira, doutorando em Linguística pela UFG, analisa sob um olhar crítico o filme Bad Teacher guiando a uma reflexão complexa sobre a nossa classe: somos professores por opção ou por condição?